Libertar espaço em máquinas virtuais Windows 2008

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Só testei em Windows 2008 Web Server, mas é bem capaz de funcionar noutros sistemas, pelo menos a lógica assim o indica.

Para quem não usa a função de “hibernar” em máquinas virtuais, pode muito desactivá-la, e consegue libertar no disco, o valor da memória.

Por exemplo, uma máquina virtual com 2GB de RAM, ao desactivar o hibernate, liberta em disco 2GB, sem necessidade de reboot sequer.

Para fazer isto, abrir uma consola de DOS em modo de administrador (obrigatóriamente como Administrador), e escrever “powercfg -h off”, seguido de ENTER.

NOTA: deixam de poder hibernar a máquina virtual, mas conseguem reduzir o espaço utilizado.

Dever cívico?

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Durante o mês que antecedeu as eleições, todos os políticos sem excepção, fartaram-se de me atirar à cara, e a todos os Portugueses, que era nosso dever cívico votar…. não podiamos simplesmente ficar em casa, tinhamos que fazer o nosso dever cívico, dever cívico, dever cívico…etc. O “dever cívico” encheu a boca a todos.

Já passou um mês das eleições, há outdoors das eleições ainda espalhados por toda a cidade. Outdoors que se estão literalmente a desfazer. Alguns com a estrutura em ferro de tal maneira degradada que se tornam perigosos com o tempo que tem estado. Há lixo desses mesmos outdoors por todo o lado. Durante as eleições, foi “desperdiçado” MUITO papel. Não foi sequer usado papel reciclado (salvo algumas excepções), havia publicidade impressa por todo o lado…

Agora pergunto eu, não é também um dever cívico da classe política, limpar a porcaria que fizeram?

Migrar containers dentro entre hosts distintos

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Temos um cliente com uma máquina antiga, que tem 10 VPS a correr num servidor CentOS com OpenVZ, e necessitava de migrar para uma máquina nova esses containers. Tive que explorar, e descobri que é um processo até bastante simples.

Numa primeira fase, que não tem a ver com o openvz em si, temos que configurar o acesso do servidor antigo ao novo, sem ser necessário password. Isso é simples, usando ssh keys. Ultrapassada essa fase (ou seja, fazendo ssh servidor_novo a partir do antigo, e ele ligar-se directamente sem pedir password), basta usar o vzmigrate. É possível até fazer a migração sem grande downtime, usando o comando
vzmigrate --online 10.0.0.1 120 Em que 10.0.0.1 é o IP do servidor de destino, e 120 é o CID.

A partir daqui:

OPT:--online
OPT:10.0.0.2
Starting online migration of CT 120 to 10.0.0.1
Preparing remote node
Initializing remote quota
Syncing private
Live migrating container...
Syncing 2nd level quota
Cleanup

E pronto, se fizermos “vzlist -a” no servidor antigo, veremos que o container já não está lá. E o mesmo comando no servidor novo, mostra-nos o container a correr. Se durante o processo pingar-mos o IP do container, o downtime é praticamente nulo.

Nota: Isto funcionou tudo muito bem, para containers centos, dentro de um host centos também, e com menos de 12Gb. Ao copiar um de 19Gb o container foi para o servidor novo, mas simplesmente não o consegui eliminar do antigo. E tive que o arrancar no novo.

ZON – uma questão de português

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Um pouco contra a minha vontade, mas acabei por aceder a migrar de TVTEL para ZON. Apesar de as duas empresas serem do mesmo grupo agora, fui “forçado” a mudar.

Contratei o pacote que inclui os 3 serviços: Televisão + Internet + Telefone, sendo que este último tem chamadas gratuitas à noite.

Até aqui tudo bem, até ao dia em que me vieram fazer a instalação.

Primeiro foi à televisão: instalaram uma powerbox que trouxeram, actualizaram, configuraram e consegui ver os canais na televisão…
De seguida foi a internet: instalaram o modem deles, actualizaram, configuraram e consegui aceder à internet.

E pronto, deram tudo por concluído. Até que eu perguntei pelo telefone, e para meu espanto dizem-me que não há nenhum telefone, porque eu não pedi. Que o que eu contratei foi o serviço de telefone, e esse está disponível, só tenho que ter um telefone e ligá-lo ao modem. Eu só pedi o serviço de telefone.

Se calhar isto parece estúpido só aos meus olhos, mas…
– Eu só pedi o serviço de televisão, mas para conseguir usar, tiveram que me colocar uma powerbox (eu não a pedi)
– Eu só pedi o serviço de internet, mas para conseguir usar, tiveram que me colocar um modem (eu não o pedi)
– Eu só pedi o serviço de telefone, mas para conseguir usar… é problema meu.

Ou seja, a ZON “borrou” a fotografia por 2€ ou 3€ que é o preço de custo de um telefone básico, com fios, que serve apenas para fazer telefonemas. E se eu quisesse um telefone cheio de mariquices, aí sim pagava um extra (da mesma forma que pago extra para Box HD, ou para Model Wireless).

Não bastava isto, no dia que activaram o serviço, perguntei qual era o meu número de telefone novo. Resposta do técnico: “ligue para o seu telemóvel, e aparece lá o número, é assim que eu faço para saber também”.

Fiz isso, anotei o novo número, avisei todos os meus contactos da mudança, problema resolvido. Passado 1 semana, recebo um SMS que me diz: “A portabilidade do seu número foi concluída com sucesso”

Volto a fazer o teste… e estou com o número antigo da TVTEL. Ou seja, fizeram portabilidade, sem me perguntar, sem me pedir, sem qualquer autorização.

Noite de eleições: sic.sapo.pt

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Server Too Busy

TVI e RTP, estão extremamente lentos, e mal abrem. A TVI ainda consegue abrir uma página em flash, que me deixa seleccionar o concelho, mas depois não retorna os resultados.

Ainda bem que posso acompanhar as notícias “minuto a minuto”.

Configurar SSH keys

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Short version:

Na vossa máquina, executar:
ssh-keygen -t dsa

Vai gerar a key, e pedir uma passphrase, definam uma ou carreguem no ENTER para continuar. (Convém definir uma)

Dentro da vossa home, vai ser criada uma directoria com o nome .ssh/ e lá dentro vários ficheiros. Devem copiar o conteúdo do ficheiro id_dsa.pub, para o servidor de destino, para dentro de um ficheiro chamado authorized_keys2
scp ~/.ssh/id_dsa.pub servidordestino:.ssh/authorized_keys2

Pronto, agora basta fazer ssh servidordestino e colocar a passphrase.

Review Linux2009

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Foi no passado dia 24 de Setembro, em Lisboa o evento LINUX2009 – VII Encontro Nacional sobre Tecnologia Aberta, organizado pela Caixamágica e Sybase.

Fui até lá com um amigo, e no geral não desgostei.

A versão longa das coisas, pode ser vista aqui. Eu escrevo apenas a minha opinião resumida:
– Microsoft, mais valia não estarem presentes. Quando lhes falam que a implementação que fizeram dos standards não foi bem feita, o senhor que os representava teve a lata de dizer “obrigaram-nos a fazer, nós fizemos, agora não está bem feito, ainda temos muito que trabalhar”. Ora bem, quando estes artistas simplesmente não conseguiram no caso do Excel, fazer com que um documento que tenha uma fórmula com um simples somatório, fique com a fórmula, simplesmente importa o resultado final. Dá-me vontade de lhe responder: “estão aqui 2 batatas cruas, isto vai ser o seu almoço. Já é um começo, é dali que vai sair um belo puré daqui a algum tempo, não me pode é pedir tudo duma vez”.

– Novell, bem aqui consigo ser mais dramático e apelidá-los de “Microsoft biatchs!” Nítidamente venderam-se à Microsoft. Aliás, não se venderem, a Microsoft é que os salvou de se afundarem de vez, e injectou lá alguma “saúde”, por isso os senhores estavam a fazer o papel deles, e não podiam cuspir no prato que lhes dá de comer.

– Scalix, o rapazinho tem jeito, e gostei do que vi.

– Redhat. Ok, ele é nitidamente um evangelista, e tem jeito para o trabalho dele, mas um bocadinho menos de palhaçada não lhe ficava mal.

Quanto à organização. Atrasos, desculpas pelos atrasos, e mais atrasos. Mesmo atrasados, não via muita preocupação dos organizadores e intervenientes em restabelecer a normalidade.

Por último as coolsessions, se calhar eu é que ia com uma ideia errada, e pensava que se ia pôr “as mãos na massa” mas afinal parecia o intervalo das novelas na TVI carregadinho de publicidade. Aliás, não se davam casos concretos, nem se viam detalhes, pelo menos nas sessões que vi, foram apresentações comerciais, e um bocadinho de nada narcizistas.

Ligação VPN no CentOS

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Instalei recentemente no meu desktop o CentOS 5.3 com o KDE.

Já há algum tempo que não usava o Linux no Desktop, apesar de diáriamente o usar, em grande parte do meu tempo, mas sempre por ligação a máquinas que não possuem ambiente gráfico.

Assim que terminei a instalação, primeiro ponto que precisei foram os drivers da NVIDIA, mudar runlevel, instalar os pacotes do kernel necessários e o gcc (atenção ao kernel que estão a usar, porque no meu caso estou a usar o kernel-PAE e por isso tive que instalar o kernel-PAE-devel), e ficaram instalados.

Próximo passo, que preciso MESMO de ter, é ligação à VPN da empresa. E isso sim, pensei que já estaria mais simplificado, ou que já haveriam GUI para tudo e mais alguma coisa. Pelos vistos enganei-me. Ainda tem que ser tudo “à mão”, e na consola.

Encontrei este artigo, que ensina tudo. E depois de o seguir, configurar o routing e… pimba, já está!

Já faltava um interface bonitinho e simples para configurar a ligação VPN, ou há e eu é que não encontrei?