“Filhos do Linux”: será que eles se dão bem com o Windows?

Linux num MacMini

Tinha um MacMini PPC, disco de 80 Gb, 1 Gb de RAM, parado em cima da minha secretária. Precisava de uma máquina para as minhas brincadeiras e testes. Procurei informação, e descobri que sem muito trabalho era possível ter o Ubuntu Server a correr nesta máquina.

Download da ISO do site, gravei o CD.. et voila!

Linux server 2.6.31-14-powerpc #48-Ubuntu Fri Oct 16 14:11:44 UTC 2009 ppc

A versão mais recente que encontrei para download da ISO foi a 8.04. Instalei essa, e depois meia dúzia de apt-get’s… e está feito: Ubuntu 9.10 Server, up & running.

Confesso que sou um utilizador de linuxes com sabor REDHAT desde 1996, e o processo de habituação ao apt-get, entre outras coisas vais ser complicado, mas a essência é a mesma.

wtf? South America?

Após uma curta troca de emails com uma empresa dos EUA, recebo hoje um email deles sobre umas condições de parceria revenda dos produtos deles em Portugal, e qual não é o meu espanto, quando leio…. isto:

we are trying to develop reseller in South America.

Somos mesmo pequeninos….

Agora percebo porque é que estes gajos não encontraram ainda revendedores na América do Sul…. andam a procurá-los NA EUROPA!!

Gestores de Conteúdos Open Source – UPT

Estive hoje na UPT para participar num seminário organizado pelo Departamento de Inovação Ciência e Tecnologia.

O seminário era de apenas 1 hora, e o tema era “Gestores de Conteúdos Open Source”, e tinha ainda que falar de um caso prático, o DRUPAL.

No global correu bem. Deu para matar saudades do sítio, das instalações. Está praticamente tudo igual, mas eu estou mais velho :-)

O que não me espantou mesmo nada, foi ver a fraca adesão. Nem por terem direito a créditos, ou por ser de presença “obrigatória” uma vez que as aulas que estejam a ser dadas a essa hora são substituídas pelos seminários fez com que houvesse mais adesão. Esta juventude limita-se ao que lhes dão nas aulas, sem sentirem qualquer necessidade de ampliar conhecimentos, experimentar, conhecer… não entendo. Depois não admira que dentro da sala, tirando 2 alunos que eu tenho a certeza que sabiam do que eu estava a falar, a audiência toda não conheça a empresa/marca/nome “REDHAT”… nunca ouviram falar…

De qualquer das formas, foi interessante a experiência.

Ebook gratuito de Windows Server 2008 R2

A Microsoft disponibilizou um ebook completo de Windows Server 2008 R2

Aqui fica para download.

Oren Lavie – Her Morning Elegance (Stop Motion Video)

Libertar espaço em máquinas virtuais Windows 2008

Só testei em Windows 2008 Web Server, mas é bem capaz de funcionar noutros sistemas, pelo menos a lógica assim o indica.

Para quem não usa a função de “hibernar” em máquinas virtuais, pode muito desactivá-la, e consegue libertar no disco, o valor da memória.

Por exemplo, uma máquina virtual com 2GB de RAM, ao desactivar o hibernate, liberta em disco 2GB, sem necessidade de reboot sequer.

Para fazer isto, abrir uma consola de DOS em modo de administrador (obrigatóriamente como Administrador), e escrever “powercfg -h off”, seguido de ENTER.

NOTA: deixam de poder hibernar a máquina virtual, mas conseguem reduzir o espaço utilizado.

Dever cívico?

Durante o mês que antecedeu as eleições, todos os políticos sem excepção, fartaram-se de me atirar à cara, e a todos os Portugueses, que era nosso dever cívico votar…. não podiamos simplesmente ficar em casa, tinhamos que fazer o nosso dever cívico, dever cívico, dever cívico…etc. O “dever cívico” encheu a boca a todos.

Já passou um mês das eleições, há outdoors das eleições ainda espalhados por toda a cidade. Outdoors que se estão literalmente a desfazer. Alguns com a estrutura em ferro de tal maneira degradada que se tornam perigosos com o tempo que tem estado. Há lixo desses mesmos outdoors por todo o lado. Durante as eleições, foi “desperdiçado” MUITO papel. Não foi sequer usado papel reciclado (salvo algumas excepções), havia publicidade impressa por todo o lado…

Agora pergunto eu, não é também um dever cívico da classe política, limpar a porcaria que fizeram?

Migrar containers dentro entre hosts distintos

Temos um cliente com uma máquina antiga, que tem 10 VPS a correr num servidor CentOS com OpenVZ, e necessitava de migrar para uma máquina nova esses containers. Tive que explorar, e descobri que é um processo até bastante simples.

Numa primeira fase, que não tem a ver com o openvz em si, temos que configurar o acesso do servidor antigo ao novo, sem ser necessário password. Isso é simples, usando ssh keys. Ultrapassada essa fase (ou seja, fazendo ssh servidor_novo a partir do antigo, e ele ligar-se directamente sem pedir password), basta usar o vzmigrate. É possível até fazer a migração sem grande downtime, usando o comando
vzmigrate --online 10.0.0.1 120 Em que 10.0.0.1 é o IP do servidor de destino, e 120 é o CID.

A partir daqui:

OPT:--online
OPT:10.0.0.2
Starting online migration of CT 120 to 10.0.0.1
Preparing remote node
Initializing remote quota
Syncing private
Live migrating container...
Syncing 2nd level quota
Cleanup

E pronto, se fizermos “vzlist -a” no servidor antigo, veremos que o container já não está lá. E o mesmo comando no servidor novo, mostra-nos o container a correr. Se durante o processo pingar-mos o IP do container, o downtime é praticamente nulo.

Nota: Isto funcionou tudo muito bem, para containers centos, dentro de um host centos também, e com menos de 12Gb. Ao copiar um de 19Gb o container foi para o servidor novo, mas simplesmente não o consegui eliminar do antigo. E tive que o arrancar no novo.

ZON – uma questão de português

Um pouco contra a minha vontade, mas acabei por aceder a migrar de TVTEL para ZON. Apesar de as duas empresas serem do mesmo grupo agora, fui “forçado” a mudar.

Contratei o pacote que inclui os 3 serviços: Televisão + Internet + Telefone, sendo que este último tem chamadas gratuitas à noite.

Até aqui tudo bem, até ao dia em que me vieram fazer a instalação.

Primeiro foi à televisão: instalaram uma powerbox que trouxeram, actualizaram, configuraram e consegui ver os canais na televisão…
De seguida foi a internet: instalaram o modem deles, actualizaram, configuraram e consegui aceder à internet.

E pronto, deram tudo por concluído. Até que eu perguntei pelo telefone, e para meu espanto dizem-me que não há nenhum telefone, porque eu não pedi. Que o que eu contratei foi o serviço de telefone, e esse está disponível, só tenho que ter um telefone e ligá-lo ao modem. Eu só pedi o serviço de telefone.

Se calhar isto parece estúpido só aos meus olhos, mas…
– Eu só pedi o serviço de televisão, mas para conseguir usar, tiveram que me colocar uma powerbox (eu não a pedi)
– Eu só pedi o serviço de internet, mas para conseguir usar, tiveram que me colocar um modem (eu não o pedi)
– Eu só pedi o serviço de telefone, mas para conseguir usar… é problema meu.

Ou seja, a ZON “borrou” a fotografia por 2€ ou 3€ que é o preço de custo de um telefone básico, com fios, que serve apenas para fazer telefonemas. E se eu quisesse um telefone cheio de mariquices, aí sim pagava um extra (da mesma forma que pago extra para Box HD, ou para Model Wireless).

Não bastava isto, no dia que activaram o serviço, perguntei qual era o meu número de telefone novo. Resposta do técnico: “ligue para o seu telemóvel, e aparece lá o número, é assim que eu faço para saber também”.

Fiz isso, anotei o novo número, avisei todos os meus contactos da mudança, problema resolvido. Passado 1 semana, recebo um SMS que me diz: “A portabilidade do seu número foi concluída com sucesso”

Volto a fazer o teste… e estou com o número antigo da TVTEL. Ou seja, fizeram portabilidade, sem me perguntar, sem me pedir, sem qualquer autorização.

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